quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Pra que ele possa ser de alguém (parte II)

Beem... falando da viagem! Dizer que foi tudo ótimo seria mentira. Claro que aconteceram imprevistos PRA MIM. Coisas que pensei em fazer mas que não deram certo... errrr deixa eu tentar explicar. Sabe quando você vai pra um lugar, sem saber ao certo o que vai acontecer mas já tem tudo mais ou menos martelado na cabeça? Tipo: "de manhã vou acordar bem cedo, comer, e depois vou pro quarto fazer chapinha e dormir de novo". É só um exemplo, claro que eu, sendo quem sou não pensaria nada assim né? Hehe então! Essa viagem foi bem esclarecedora pra mim. Provou que algumas pessoas são o que sempre pensei delas e outras totalmente o contrário. Percebi que não devo guardar nunca o que sinto, seja pra quem for. E claro, a lição mais valiosa: não ligar pra o que as pessoas falam de mim. 
É, ok, eu posso já ter dito pra algum amigo ou amiga minha pra não ligar pro que os outros falam e simplesmente viver, porém isso não é tão fácil quando se trata da minha pessoa. Infelizmente essa sociedade atual não é muito piedosa com as outras pessoas né? Digo, às vezes me pego, sem querer querendo, falando da vida de alguém sem nem sequer conhecer a pessoa na vera (na verdade, de fato...). Costumes do século XXI que eu honestamente tento, mas não consigo entender. Eu, que já fui vítima de muitas presepadas de fofoquinhas, às vezes ainda me pego na besteira de falar dos outros... claro, tento me policiar de um jeito mais árduo do que nunca pra que a besteira não volte. E claro né, porque reina a regra de ouro: "Faça aos outros aquilo que você gostaria que fosse feito à você mesmo". Quem que gosta de ser alvo de fofoca? Eu não! E tenho até trauma. Por isso não faço muita coisa que gostaria com medo do que os OUTROS vão sair falando; com medo do que os OUTROS vão pensar de mim; com medo do que os OUTROS vão fazer com base no que fiz. Mas como disse um amigo meu esse fim de semana: "Porque você não mandar eles todos pra uma *****?". Não é exatamente isso que vou fazer, claro, regra de ouro e tal. Mas decidi que à partir de agora vou viver por mim e não pelo que os OUTROS vão pensar, pelo que me faz feliz. É, essa foi uma boa descoberta.
A péssima descoberta foi que... sabe quando você tem um amigo, tão seu amigo que você apesar de saber que ele está claramente errado ainda acredita nele? Aquele que você conta tudo, até suas dúvidas?  Pois é, esse meu amigo... não é tão meu amigo quanto eu pensava. Posso depois me arrepender de estar dizendo isso, mas tenho que dizer. Não saber ouvir o que os outros têm a dizer sobre você, e saber falar dos outros, não é uma característica muito louvável; muito pelo contrário, é uma característica de pessoas que sabem que fazem besteira mas que não gostam de serem criticadas por tais. Já quando o assunto é falar dos outros a língua se estica mais que de cobra... e não saber o que quer? Pelo amor de Deus! Acho que saber dar um ponto final à situações da vida vale mais que tão somente a textos. Por favor, que fique bem claro, agora comigo vai ser assim: se quiser me criticar, tem que ser NA CARA. Se não consegue falar pessoalmente nem fala! Só mais uma coisa: msn NÃO substitui uma conversa cara a cara! #fikdik

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